Pesquisar neste blog:
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Furo em Lost
Hoje, pensando em Lost, me dei conta de que a série tinha uma falha em coerência lógica com a realidade.
Vejam bem: vai me dizer que um voo SYDNEY - Los Angeles, Boeing 777 com 324 passageiros a bordo, acidentado com 72 sobreviventes que incluíam Iraquiano, Britânico, Coreano, Brasileiro, uma penca de Americano, um cachorro e um morto-vivo, tinha só UMA Australiana???
Urso polar, sociedade secreta, monstro de fumaça, viagens temporais, anomalias magnéticas, números mágicos, homem que nunca envelhece, menino que envelhece rápido demais e gordo que não emagrece em uma ilha remota, tudo isto é tranquilo e aceitável.
O que me assustou foi este fator australiano ter passado batido e eu ter ser sido enganado por uma série com uma falha absurda dessas!!!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Um distúrbio na força
Por volta desta mesma época, em Novembro de 2008, eu dava o pontapé inicial este blog. Lá se vão 4 anos.
Muitas coisas acontecem em 4 anos. Inclusive mudanças de opinião. Inclusive minhas.
Mas não tão radicais, certo?
Vejam, por exemplo, o que dizia George Lucas em uma entrevista à revista Total Film, também em 2008:
"Eu deixei instruções bem explícitas na Lucasfilm para que não sejam feitos mais filmes. Definitivamente não haverá os Episódios VII a IX. Isto porque não existe mais história. Eu nunca pensei em nada mais. E agora existem livros sobre eventos após o Episódio VI, que não têm nada a ver com o que eu faria. A história de Star Wars é realmente sobre a tragédia de Darth Vader. Essa é a história. Depois que Vader morre, ele não volta à vida, o Imperador não é clonado e Luke não se casa..."
Mais uma vez, como disse um velho amigo: "só os loucos e os mortos não mudam de opinião". Neste caso, loucos de não quererem embolsar USD 4bi só pra não deixarem a Disney fazer o que quiser com Star Wars (de repente até mesmo casar o Luke e dar uns filhos pra ele).
PS.: Antes que digam que estou chamando o Lucas de mercenário, acho louvável que ele tenha anunciado que a maior parte deste dinheiro vai pra doação. E antes que digam que estou pessimista com relação ao futuro da franquia, sinceramente, não é o caso: depois dos Episódios I e II, não tem como ficar pior.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Já vai tarde
Já imaginou o mundo sem Festim Diabólico, Janela Indiscreta, Um Corpo Que Cai e Psicose? E sem Os Bons Companheiros, Os Infiltrados, Ilha do Medo e A Invenção de Hugo Cabret? Ou, ainda, sem Jurassic Park, A Lista de Schindler, O Resgate do Soldado Ryan e A.I. Inteligência Artificial???
Pois assim seria o mundo se Alfred Hitchcock, Martin Scorsese e Steven Spielberg fossem tão inteligentes, sofisticados e talentosos quanto Quentin Tarantino.
(nível máximo de ironia, ok?)
É chover no molhado dizer o quanto não gosto do Tarantino, sobretudo de seu egocentrismo, mas a última mediocridade que saiu da boca dele beira o absurdo e deve revoltar qualquer um que goste de cinema. Em entrevista à Playboy ele deu dicas sobre sua aposentadoria:
"Não quero ser um cineasta da terceira idade. Quero parar quando chegar a hora. Os diretores não ficam melhores quando ficam mais velhos. Normalmente, os piores filmes de seus currículos são os quatro últimos. Eu zelo muito pela minha filmografia. Sei que uma produção ruim irá estragar três filmes bons." (...) "Seria bom parar em 10. Já fiz sete. Se houvesse uma história nova, até poderia voltar, mas seria satisfatório terminar tudo com 10 filmes."
Aposenta logo, cara, principalmente de entrevistas e aparições em público.
domingo, 11 de novembro de 2012
Deutsch Filme
Em 1993, quase 20 anos atrás, declarei de que "não gostava de filmes estrangeiros". Até hoje sou condenado por isso.
Claro que nunca vou conseguir fugir do absurdo da minha definição de "filme estrangeiro" na época: 'filmes não falados em português ou inglês'. Mas, mereço redenção com relação à ideia da declaração como um todo. Eu era bem novo, aficionado por ação e ficção-científica e tinha poucas amostras para trabalhar. Naturalmente, hoje meu pensamento é bem diferente e existem inúmeros filmes "estrangeiros" que aprecio fortemente.
Pensei em fazer posts esporádicos sobre este tema, e esta semana especificamente deu vontade de publicar os que considero como os cinco melhores filmes alemães até hoje:
Corra, Lola, Corra (Lola Rennt)
A Queda! As Últimas Horas de Hitler (Der Untergang)
A Vida dos Outros (Das Leben der Anderen)
Metrópolis (Metropolis)
O Barco - Inferno no Mar (Das Boot)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Em tempo pro Halloween
Talvez intimidado por suas 1073 páginas, enrolei pra começar a ler Under The Dome (Sob a Redoma, como foi chamado na edição nacional), do Stephen King. Mas foi tão difícil largá-lo quanto foi pegá-lo. Quis o irônico destino que eu terminasse de lê-lo no mesmo dia em que a história se encerra: às vésperas do Halloween.
Não sou fã de terror, julgo existir pouquíssimos filmes realmente bons do gênero, e acredito que os melhores trabalhos (julgando pelas adaptações cinematográficas) do Sr. King são quando justamente ele foge do estilo que o fez famoso. Porém, quando a Dreamworks Television adquiriu os direitos para fazer uma série e escalou um dos roteiristas de Lost para comandar a adaptação, resolvi dar mais uma chance ao mestre do terror.
Acabou que a narrativa, apesar do clima pré-Halloween, não é um terror tradicional, com espíritos do além, monstros ou psicopatas mascarados, mas sim um ensaio sobre várias faces da crueldade humana. Sobretudo da crueldade do homem para com sua própria espécie e para com a natureza.
Realmente o livro tem todos os elementos necessários para virar uma boa série: mistério, suspense, ação, múltiplas sub-histórias e vários personagens interessantes que podem ser agregados, como também podem ser (e certamente serão) excluídos, ao longo das temporadas. Entretanto, apesar de ter espaço para extrapolar o texto original, a série só seria perfeita se já nascesse com uma quantidade definida de temporadas, o que é praticamente impossível na realidade da TV americana. E certamente será necessário dosar bem e filtrar um pouco da perversidade e da violência gráfica contidas no livro, transformando o material em um formato mais amigável e compatível com o horário nobre da televisão.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Calling Elvis
O mundo andou celebrando os 35 anos da morte (ou não - há controvérsias) de Elvis Presley.
Como tendo a gostar bastante de suas músicas, especialmente os hits como "Hound Dog", "Don't Be Cruel", "Blue Suede Shoes", "Love me Tender", "Jailhouse Rock", "Can't Help Falling In Love", "Suspicious Minds", "Always On My Mind" e até "A Little Less Conversation", pensei que seria legal deixar um post aqui pra não passar batido.
Infelizmente não posso comentar sobre seus filmes, pois confesso que não vi nenhuma das 31 produções nas quais que atuou entre 1956 e 1969. Portanto, vou apenas relembrar frases marcantes que fizeram menção à ele em filmes mais recentes:
Lilo & Stitch
"Elvis Presley was a model citizen. I've compiled a list of his traits for you to practice. Number one is... dancing!"
Independence Day
"Elvis has left the building!"
Os Fantasmas se Divertem
"That's very nice work. Let me ask you something. How do you get them so sma... Hey, there goes Elvis! Yo, King!"
Os Caça-Fantasmas
"As they say in T.V., I'm sure there's one big question on everybody's mind, and I imagine you are the man to answer that. How is Elvis, and have you seen him lately?"
MIB - Homens de Preto
"- You do know Elvis is dead, right?
- No, Elvis is not dead. He just went home."
PS.: Como o blog é censura livre, Amor à Queima Roupa foi deixado de fora propositalmente.
Assinar:
Postagens (Atom)










