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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O ano que passou (2010)...
2010 está terminando e, mais uma vez, surge a rápida recapitulação sobre minha lista dos filmes mais aguardados do ano.
Superaram a expectativa: A Origem, Toy Story 3 e Tropa de Elite 2.
Alcançaram a expectativa: A Ilha do Medo, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte I
Ficaram abaixo da expectativa: Alice no País das Maravilhas, Robin Hood, Shrek Para Sempre, O Último Mestre do Ar
Acabei não vendo porque passei um ingresso da pré-estréia por achar que ia ser dublado: O Aprendiz de Feiticeiro
Não vi, não sei se estreou e perdi o interesse porque o trailer foi muito ruim: As Viagens de Gulliver
Em breve a recheada lista dos mais aguardados de 2011...
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Maquiagem Digital
Existem vários marcos na história dos efeitos visuais no cinema, e um deles ocorreu na primeira metade da década de 90. Pouco depois de James Cameron criar o exterminador de metal líquido e Spielberg ressuscitar dinossauros, foi Robert Zemeckis quem realmente deu uma reviravolta no emprego dos efeitos.
Por mais perfeito que fosse o visual de Exterminador do Futuro 2 e Parque dos Dinossauros, a divisão entre o que era real e o que era truque estava bem clara, simplesmente por se tratarem seres irreais. Mas com Forrest Gump, o uso das trucagens por computador ganhou nova dimensão ao migrar para gêneros diferentes de ficção científica/aventura e ao ser inserido com sutileza em situações comuns. A pena esvoaçante, o ataque de napalm, os jogos de pingue-pongue, a multidão no discurso em Washington, as pernas amputadas do Ten. Dan, só para citar alguns... Eram cenas reais, maquiagem ou efeitos digitais?
Depois de 1994 ficou difícil de acreditar em o que se vê no cinema.
Este ano, por exemplo, sai a continuação de outro clássico dos efeitos especiais: Tron. O trailer mais recente de Tron - O Legado prova que a sequência está fazendo história também, ao mostrar Jeff Bridges voltando a interpretar o mesmo personagem que encarnou há quase 30 anos, com aparentemente quase a mesma idade de então.
E a roupagem (ou des-roupagem, no caso hehehe) mais chocante deste ano vai fazer com que todos aqueles marmanjos que ainda acreditam nas Playboys caiam em depressão. Há uma bastante comentada cena em Machete (que estréia por aqui depois de amanhã) em que Jessica Alba aparece nua. Pois, pouco depois do lançamento do filme nos E.U.A. em Setembro, a verdade veio à tona: a atriz Californiana filmou toda a sequência com roupas íntimas, que foram removidas digitalmente depois. Basta clicar aqui para ver uma das várias reportagens que mostram as fotos entre o que foi filmado e o que foi visto em tela.
É. A máxima "Uma imagem vale mais que mil palavras" virou ...erh... mínima.

Atualização: a cena (ou parte dela) está disponível no YouTube. Acaba que é só um teste de masculinidade: Você inclinou a cabeça no começo? :)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
1 + 1 = 3
Hoje participei da minha primeira sessão de ultrassom que não envolvia a definição do sexo de pedrinhas nos rins. Para celebrar este empolgante momento, vou relembrar cinco grávidas que marcaram o mundo do entretenimento.
5. Juno (Ellen Page)

Este não é lá minha praia, mas é difícil pensar em grávidas do cinema e não lembrar de Juno. O filme marcou de vez a carreira do diretor Jason Reitman e da roteirista Diablo Cody, sem mencionar que Ellen Page provavelmente seria lembrada sempre como "a Juno", se não tivesse conquistado o novo título de "a arquiteta de A Origem".
4. Phoebe (Lisa Kudrow)
Friends teve ótimos momentos de gravidez com Rachel e, especialmente, com a mãe dos filhos adotivos de Monica e Chandler. Mas a de Phoebe provavelmente ganha o título de a mais inusitada da história da TV, quando envolvia o aluguel da barriga para o irmão e a cunhada e a gestação de trigêmeos.
3. Lydia (Meg Ryan)
Clássico eterno da Sessão da Tarde, e um dos meus favoritos até hoje, Viagem Insólita traz Dennis Quaid miniaturizado navegando, por engano, dentro de Martin Short. Em determinado momento ele vai parar dentro de Meg Ryan, sua noiva, e descobre que ela está grávida. Bem bacana.
2. Claire (Emilie de Ravin)
A gravidez foi tema recorrente de Lost, e centro de vários mistérios. Porém, o grande marco foi a de Claire, a primeira de todas, quando tudo era mais misterioso ainda. Então, as coisas deram certo e tivemos que passar a ouvir o "my baiby!" australiano incontáveis vezes. Só não ficou chato porque tinha o "Waaaaaalt" pra irritar ainda mais.
1. Kee, de Filhos da Esperança
Em 2027, o mundo está em colapso e o ser humano não consegue mais procriar. Há 18 anos que não nasce mais ninguém. E eis que surge uma grávida e um dos melhores filmes dos últimos anos...
PS.: Quem se interessou pelo tema, aproveite para visitar meu blog paralelo.
A gravidez foi tema recorrente de Lost, e centro de vários mistérios. Porém, o grande marco foi a de Claire, a primeira de todas, quando tudo era mais misterioso ainda. Então, as coisas deram certo e tivemos que passar a ouvir o "my baiby!" australiano incontáveis vezes. Só não ficou chato porque tinha o "Waaaaaalt" pra irritar ainda mais.1. Kee, de Filhos da Esperança
Em 2027, o mundo está em colapso e o ser humano não consegue mais procriar. Há 18 anos que não nasce mais ninguém. E eis que surge uma grávida e um dos melhores filmes dos últimos anos...PS.: Quem se interessou pelo tema, aproveite para visitar meu blog paralelo.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Imagem da semana
Há quase dois anos, num dos primeiros posts deste blog, já escrevi bastante sobre o tema, então coloco agora apenas a rápida notícia e a empolgante imagem.
Hoje a TV americana exibe a cerimônia de entrega de uma daquelas várias premiações que são muito mais bacanas, mas muito menos importantes, que o Oscar: o Scream Awards. O ponto alto do que os americanos verão é Bill Murray indo receber o prêmio de Melhor Filme de Terror, Zumbilândia, vestido de ...

!!!!!!!
domingo, 17 de outubro de 2010
I (don't) want my MTV
A MTV é um canal estranho. Já teve vários programas alternativos, investiu pesado em vinhetas non-sense e atualmente se alicerça em programas de humor. Mas, em teoria, deveria ser um canal especialista em música ("M" TV, certo?).

Todos os dias, cedo pela manhã, existe um tal "MTV Lab - Clássicos" onde, em teoria (novamente), passam apenas clipes clássicos. Pois é comum vincularem neste espaço coisas como "Regina Let's Go", do CPM22.
Nada contra a banda (e, particularmente, nada a favor também), mas o ponto a ser discutido é: só porque algo tem um pouco de idade e fez relativo sucesso pode ser considerado um clássico? A música em questão é de 2000. Então, analogamente, Mar Em Fúria, com George Clooney e Revelação, com Harrison Ford, são clássicos do cinema???
É triste perceber que a emissora ou ficou preguiçosa ou perdeu seu tino de vez. Se certa época ajudou a promover nomes como Pato Fu, Skank e Chico Science hoje joga fora seu tempo com Restart, Cine e Justin Bieber.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Aguardando o Superman
Desde que a Warner Bros decidiu colocar Christopher Nolan como "padrinho" do próximo filme do maior herói de todos os tempos, houve muito burburinho e muita especulação sobre quem seria o diretor do projeto. E semana passada foi anunciado oficialmente que é Zack Snyder quem vai comandar Superman: The Man of Steel.
A escolha é interessante, apesar de meio óbvia, por se tratar do diretor mais sintonizado com universo dos quadrinhos atualmente. Não há como negar que 300 e Watchmen têm um apelo visual impecável. Mas, quanto de seu histórico e de suas marcas registradas que Snyder irá levar para o filme? Será que vai ter Gerard Butler como um General Zod sem camisa e de tanguinha querendo recolonizar a Terra? "Loucura??? Isso é Krypton!" (Se bem que ter Malin Akerman como Lois Lane não ia ser nada mal...)
Já brinquei disto antes com Exterminador do Futuro, mas... Como seria se outro diretor tivesse sido escolhido para dirigir o próximo filme do Superman?
Woody Allen:
Clark Kent, interpretado pelo próprio diretor, estaria passando por uma crise de meia idade e decidiria não se transformar em Superman enquanto não conseguisse se declarar para a bem mais nova Lois Lane, interpretada por Scarlett Johansson. A maior parte do filme seria em flashbacks a partir de relatos do herói no divã para seu analista.
James Cameron:
Uma nova origem para o herói seria proposta, onde ele não havia sido enviado criança para a Terra. Kal-El ainda se encontraria em Krypton, já crescido, para poder passear pela exótica e multi-colorida paisagem 3D de sua terra natal. A iminente destruição de Krypton traria um amargo paralelo sobre como o homem também anda destruindo seu próprio planeta.
Joel Schumacher:
Cansado de salvar Metropolis sozinho, Superman, em seu novo modelito rosa shock e azul calcinha (colado e com biquinhos nos mamilos), decidiria convidar Robin para ser seu parceiro. Isto causaria um furor gigantesco em Jimmy Olsen que ameaçaria a revelar ao mundo o segredo mais guardado do mito: de que o 'S' dourado em seu peito significaria na verdade "Sou mesmo, e daí?"
Martin Scorcese:
Centrando em Lex Luthor e na expansão de sua influência junto à máfia italiana no submundo de Metrópolis, o filme traria uma nova luz à vilania das histórias de super-heróis. Darkseid e Mxyzptlk teriam destaque como líderes de facções rivais à de Luthor, enquanto Superman apareceria apenas em segundo plano, sempre a um passo atrás dos vilões.
José Padilha:
Superman estaria tentando se aposentar da Liga da Justiça, porém com dificuldades para achar um substituto: Batman é um fanfarrão, Lanterna Verde é um aspira que nunca amadurece, Ciborgue não merece ser caveira e Flash pediu pra sair. Nunca serão! Então, ao som do Funk dos Superpoderes, ele subiria o morro sozinho para combater traficantes de pedras de Kryptonita.
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